Mundo de ficçãoIniciar sessão"Ela não tinha nada, exceto um diploma e a coragem de quem sobreviveu sozinha. Ele tinha tudo, mas vivia cercado por sombras e mentiras. Entre um golpe corporativo e um noivado de fachada, Poliana e William descobrirão que a maior estratégia de marketing não se faz com algoritmos, mas com a verdade. No rastro das cinzas de um passado traído, nascerá um amor de ouro puro."
Ler maisPoliana está no metrô lotado, conferindo o saldo no banco — restam apenas alguns reais. Ela segura uma pasta com seu diploma e o currículo. Ela conseguiu uma entrevista na Nexus Digital, o império de William Rocha. Para ela, não é apenas um emprego; é a diferença entre jantar ou passar fome. Ela passou por muita coisa na vida e sozinha precisava desse emprego para ser alguém na vida, ter um reconhecimento. Enquanto Poliana enfrentava uma lata de sardinha para chegar ao local da entrevista, William Rocha está na sua cobertura com sua namorada Isadora Mendes, depois de mais uma noite de prazer intenso.
* Isadora: "Não sei por que você insiste em entrevistar esses recém-formados, querido. Eles não têm classe, só querem o seu dinheiro." * William: "A empresa precisa de sangue novo, Isa. Mas você tem razão, ninguém tem a sua visão." Ele a beija, apaixonadamente, venha vamos não quero chegar atrasado. Poliana chega na empresa, está ofegante, com o cabelo um pouco bagunçado pela chuva, vai até a recepção e informa que tem uma entrevista marcada, a recepcionista a indica para o elevador com olhar desdenhoso devido suas roupas simples, ela segue para o elevador, porém, entra no elevador errado Poliana entra no elevador privativo por engano. William está lá dentro. Ele a olha de cima a baixo, frio e arrogante. O celular de Poliana toca — é o dono do aluguel cobrando. Ela desliga rápido, envergonhada. William solta um comentário sarcástico: "Espero que sua competência seja maior que sua discrição". O clima é tenso. Ao chegar no andar onde acontecerá a entrevista todos descem, Poliana vai direto para a sala onde tem outras candidatas, todas a olham de cima a baixo devido suas vestes mais ela não se importa. A Entrevista Desastrosa (e Genial): William acaba sendo o entrevistador, pois não gostou do modo que Rodrigo estava conduzino a entrevista, entretanto nenhuma das candidatas lhe dava a responta certa até chegar a vez Poliana. A sede da Nexus Digital era um monumento de vidro e aço que parecia tocar o céu de São Paulo. Poliana apertou a pasta contra o peito, sentindo o suor frio nas mãos. Suas contas estavam vencidas e aquele era o seu último cartucho, ela precisava daquele emprego ou estava perdida, com sua mente longe dali - O Sr. William a receberá agora — disse a secretária, com um olhar que escaneava a roupa simples, mas impecável, de Poliana, respirou fundo e foi. Ao entrar na sala da presidência, o perfume amadeirado e caro a atingiu antes mesmo que ela visse o dono. William estava de costas, olhando a cidade. Ao lado dele, sentada na beirada da mesa de forma possessiva, estava uma mulher deslumbrante: Isadora. — Outra candidata, querido? — Isadora comentou, com uma voz melodiosa que escondia um tom de desdém. — Ela parece ter vindo direto da rodoviária. William se virou. Os olhos dele eram cinzentos, frios como o aço do prédio. Ele ignorou o comentário da namorada, mas não ofereceu um sorriso. — Poliana, certo? — William disse, sentando-se em sua poladeira de couro. — Li seu currículo. Marketing Digital. Sem experiência em grandes empresas, sem contatos, sem família de renome. Por que eu deveria perder meu tempo com você? Poliana sentiu o rosto arder, mas não baixou o olhar. O vazio no estômago pela falta de um café da manhã decente a lembrou de que ela não podia se dar ao luxo de ter medo. — Porque quem tem contatos e sobrenome já nasce com a vida ganha, Sr. William — Poliana respondeu, a voz firme. — Eu não. Se eu errar um passo aqui, não tenho uma rede de proteção para me segurar. Isso me torna a pessoa mais dedicada que o senhor já conheceu. Eu entendo de tendências porque eu vivo a realidade das ruas, não a das coberturas. William arqueou uma sobrancelha. O silêncio na sala ficou pesado. Isadora soltou uma risadinha forçada. — Que dramática! — Isadora debochou, tocando o ombro de William. — Vamos almoçar, Will? Deixe que o RH dispense essa... menina. William continuou encarando Poliana. Por um breve segundo, a armadura de arrogância dele vacilou. Ele viu algo nos olhos dela que Isadora nunca teve: verdade. — Isadora, espere no carro — William ordenou, sem tirar os olhos de Poliana. — O quê? Will, você não vai... — Agora, Isadora. A vilã se levantou, o rosto transformado por uma máscara de ódio que William não viu, pois estava de costas. Ao passar por Poliana, Isadora sussurrou, baixo o suficiente apenas para ela ouvir: "Não se sinta especial. Você é só o sabor do dia." A porta bateu. William se inclinou para frente. — Você tem 24 horas para me apresentar um plano de crise para o nosso cliente de cosméticos. Se falhar, não se dê ao trabalho de voltar.Como Poliana cresceu sem base familiar, o fato de ela estar agora criando o que nunca teve é o que dá sentido a todo o sofrimento do passado. Apesar de todo o poder e da tecnologia da Nexus-Fênix, a maior felicidade deles agora reside na simplicidade de um domingo de manhã. É o retrato do "império de afeto" que eles construíram. O Brilho do Domingo O sol de domingo entrava generoso pelas imensas janelas de vidro da sala, mas não iluminava mais apenas o design minimalista e caro. No centro do tapete macio, uma pequena fortaleza de almofadas e alguns brinquedos de madeira coloridos quebravam a estética impecável da cobertura. William estava deitado de bruços, sem o terno ou o relógio de luxo. Vestia apenas uma camiseta de algodão simples, com o rosto a poucos centímetros de Christopher, que agora, com alguns meses, tentava desesperadamente alcançar o nariz do pai com suas mãozinhas gordinhas. — "Você é persistente, não é?" — William riu, uma risada baixa e relaxada que Poliana só
A conclusão da jornada de Poliana e William atinge o seu ápice com a criação da família que ambos sempre sonharam. Dois anos após o casamento, o "ouro" da vida deles se multiplica. O Herdeiro do Amor A cobertura da Nexus-Fênix continuava tecnológica, mas agora havia algo diferente no ar: porta-retratos com fotos de viagens, risadas e uma energia muito mais leve. Poliana e William não eram apenas sócios nos negócios, eram parceiros de alma que transformaram o mercado digital com ética e paixão. O Presente Inesperado Era uma manhã comum de terça-feira quando William encontrou Poliana na varanda, olhando para o horizonte com um sorriso enigmático e uma pequena caixa nas mãos. — "Poli? A reunião com os investidores começa em dez minutos, você está bem?" — William perguntou, aproximando-se e abraçando-a por trás. Poliana se virou, os olhos brilhando com uma umidade que William r
Poliana encostou o rosto no peito dele, sentindo a vibração da voz de William. — "Eu cantava para espantar o medo. Naquele dia, eu não sabia o que o futuro nos reservava, mas a música parecia dizer que tudo ficaria bem." "coincidência" mostra que as almas deles já estavam conectadas muito antes de o contrato ou o amor serem oficializados. — "Ouro e cinzas," — ele murmurou perto do ouvido dela, seguindo o compasso do saxofone. — "A música é o ouro, o silêncio daquela solidão de antes eram as cinzas. Obrigado por colocar uma trilha sonora na minha vida, Poli." Ela levantou o rosto, sorrindo, e começou a sussurrar a letra da música bem baixinho enquanto girava nos braços dele. Naquele jardim, sob o céu de outono, o Jazz selava a união de dois mundos que, por um acaso do destino e uma melodia compartilhada, tornaram-se um só. — "Você lembra da primeira vez que nos vimos na empresa?"
Um ano após o escândalo que derrubou Isadora e Rodrigo, o cenário não poderia ser mais diferente. O casamento de Poliana e William não foi um evento para a elite curiosa, mas uma celebração da família de alma que eles construíram. O sol de outono dourava os jardins da nova sede da Nexus-Fênix. Não havia telões, câmeras de fofoca ou seguranças armados para conter escândalos. O ar estava preenchido apenas pelo som de uma orquestra suave e pelo riso sincero dos convidados. William esperava no altar, mas não era o homem frio de um ano atrás. Ele vestia um terno azul-marinho e sorria abertamente enquanto conversava com seu padrinho, Gabriel. — "Ansioso?" — Gabriel perguntou, ajustando a gravata de William. — "Pela primeira vez na vida, estou exatamente onde deveria estar," — William respondeu, olhando para Carolina, que, como madrinha, gesticulava animadamente enquanto organizava as daminhas. A Entrada de Poliana<





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