O silêncio era ensurdecedor. Mesmo rodeado pela natureza do chalé, pelas árvores altas e o som distante do lago batendo contra as pedras, dentro de mim, tudo era caos. Eu me sentei na cadeira de couro em meu escritório improvisado como um gabinete no chalé e encarei o vazio, sentindo as vozes retornarem.
— “Você é um covarde, Brandon.”
A voz grave e zombeteira sussurrou em minha mente, com o tom de quem saboreia minha dor.
— “Deixou ela ir. Deixou ela ir... com o seu filho no ventre.”
Eu fechei