A imagem de Theo, vivo e desafiador, foi o oxigénio que a revolução precisava. No QG, a atmosfera de agonia se dissipou, substituída por uma eletricidade crua e perigosa. O alívio não trouxe paz; trouxe foco.
Isis olhava para a foto no celular como se pudesse tocar o rosto de Theo através da tela. A lágrima solitária que escorrera era a última concessão à dor. Ao levantar o rosto, seus olhos não eram mais os de uma mulher de luto. Eram os de uma predadora que acabara de localizar a sua presa.