O dia amanheceu sem sol. Só a luz trêmula da luminária sobre o rosto de Zóio. Ele respirava. Estava vivo. Mas a alma ainda parecia longe. O silêncio da clínica da ONG engolia tudo, como se o morro esperasse por respostas também.
Isis estava sentada ao lado da cama. Não dormira. O rosto cansado, os olhos inchados, mas o semblante firme, como uma rocha que resiste ao impacto das ondas. Theo entrou em silêncio, com dois copos de café numa bandeja de isopor. O cheiro quente quebrou o clima tenso po