O sol não nasceu de vez naquela manhã.
Era como se o céu também esperasse uma resposta.
Na clínica da ONG Raízes do Morro, tudo respirava em compasso de espera. Zóio, quieto, frágil — mas vivo. Era o suficiente pra manter o coração da comunidade batendo.
No pátio, a vida seguia. Crianças corriam, oficinas pulsavam, o cheiro de sabão da lavanderia se misturava ao som de marteladas da creche em construção.
Theo observava tudo de longe. Mas a cabeça dele… ainda estava no quarto dos fundos.
Na