O chão de cimento frio da cela já não incomodava tanto Theo. Ele havia se acostumado. Mas ainda não conseguia dormir direito. A insônia agora era menos pelo desconforto e mais pelo peso do silêncio.
A porta se abriu devagar.
— Pronto, queridão — disse Mook entrando com um saco de roupas. — Roupa limpa do príncipe. E agora me dá as fedidas aí, vai.
Theo olhou com ironia.
— Vai fazer lavanderia agora também, Mook?
— Não. Só obedeço ordens. Se quiser, posso deixar apodrecer no canto. Mas aí vão me