A corrente balançava na palma da mão de Theo como uma sentença. O pingente prateado, com a insígnia do Exército, reluzia à luz fraca que entrava pela janela. A medalha do General. Ele tinha estado ali. No quartinho. No refúgio de Theo. No seu esconderijo dentro do morro.
O peito dele arfava. A respiração descompassada. As mãos tremiam.
— Filha da puta... — murmurou, jogando a corrente no colchão como se queimasse seus dedos.
Theo puxou o celular do bolso com os dedos trêmulos.
— Atende,