O último dia de residência de Ana Clara Souza Cavalcanti no Toronto General Hospital foi uma terça-feira comum.
Não havia cerimônia marcada, não havia discurso, não havia o tipo de encerramento solene que os filmes sugeriam existir nesses momentos. Havia um plantão de doze horas, dois pacientes em observação, um relatório que precisava ser finalizado antes das seis, e Priya aparecendo na porta da sala de descanso às cinco e quarenta e cinco da tarde com dois caf