O barulho das hélices do helicóptero era um rugido constante que preenchia todo o vazio da minha cabeça. Eu estava sentada no chão da aeronave, apertada contra a maca de Theo, sentindo a vibração do motor subir pelas minhas pernas. O ar lá dentro cheirava a metal, oxigênio medicinal e ao frio persistente que parecia ter se transformado em uma camada permanente sobre a minha pele.
Theo estava coberto por mantas térmicas prateadas que refletiam a luz fria da manhã. Ele estava com uma máscara