Mateu conduzia os homens pela estrada de terra, a noite cobrindo os arredores com sombras pesadas. O grupo de soldados marchava em silêncio, cada um com a arma em punho. Ao lado dele, Baran caminhava com a calma de quem já via o fim da operação antes mesmo de começar. Seus olhos claros pareciam enxergar além da escuridão, guiando-os sem titubear.
— O covil deles é logo adiante, atrás daquela pedreira abandonada — murmurou Baran. — Dez homens, dois de vigia, o resto dentro.<