Isadora
Saí do escritório de Rafael cambaleando, com a adrenalina do nosso confronto transformado em sexo me deixava no limite. Meu corpo ainda formigava, e a certeza de que ele me dominava era uma humilhação que eu, paradoxalmente, desejava. A cada ato de posse dele, eu me afastava mais de qualquer chance de ter uma vida normal.
A urgência dele tinha sido clara: você é minha, e não dele.
Passei a noite quase em claro, no dia seguinte, fiquei evitando o corpo principal da casa. Eu precisava