Rafael
O silêncio da noite na mansão Vaz tinha uma textura diferente agora. Não era mais o silêncio vazio de uma casa assombrada por memórias amargas e protocolos rígidos. Era um silêncio vivo, pontuado pelo som distante do monitor de bebê no quarto ao lado e pelo vento que soprava suavemente nas árvores do jardim.
Arthur finalmente dormira após o "banho épico" da tarde, e Isadora, exausta, mas feliz, também se rendera ao sono. No entanto, enquanto eu caminhava pelo corredor, percebi uma fres