Isadora
Na manhã seguinte, a tensão na mansão era cortante. Eduardo sorria de longe, me dando espaço. Rafael estava quase invisível, trancado em seu escritório, o que era um alívio e uma ameaça. Eu tinha que ser inteligente. Eu não podia dar a Rafael mais munição, nem mais razões para me dominar.
Combinamos que o jantar com Eduardo seria em um restaurante, e eu voltaria para casa de carro por aplicativo. Sem Porsche na porta, sem beijos de boa noite. Eu precisava de discrição total.
O segundo