EDUARDO
Acordei com o som suave dos passarinhos e o sol invadindo o quarto devagar. Era um domingo de manhã calmo, mas meu coração já pressentia que não seria um dia comum.
Enzo apareceu no quarto com o cabelo bagunçado e os olhos brilhando.
— Pai... posso conversar com você?
Me ajeitei na cama, sentindo o peito apertar.
— Claro, filhão. O que foi?
Ele subiu na cama, sentou ao meu lado e ficou um tempo em silêncio, brincando com a barra do pijama. Já conhecia esse gesto. Era quando ele queria d