SOFIA
O sol da manhã atravessava a cortina com delicadeza, banhando o quarto da maternidade numa luz dourada e quase sagrada. O silêncio ali dentro não era vazio — era cheio de significado. Era o som da vida se ajeitando, do amor se materializando em forma de dois pequenos milagres.
Mesmo exausta, com o corpo doído e o coração acelerado, eu não conseguia parar de sorrir. Luna e Gael dormiam tranquilamente em seus bercinhos ao lado da cama, tão pequenos que pareciam saídos de um sonho. Eu os obs