SOFIA
Quinze anos depois.
A vida passou... não com pressa, mas com propósito.
Os filhos cresceram. As manhãs bagunçadas deram lugar a despedidas nos portões da escola, depois às noites em claro esperando eles voltarem das festas — e, agora, a silêncios confortáveis à mesa de jantar, cheios de lembranças e orgulho.
As rugas chegaram devagar. Primeiro nos olhos, de tanto rir. Depois na testa, marcadas pelas noites difíceis, pelas preocupações que só quem ama de verdade sente. Mas não me impor