Lisboa | Portugal
SOFIA
O som do despertador me tira do pouco sono que consegui ter. São seis da manhã em Lisboa. A claridade invade meu quarto pelos vãos da persiana, e por um instante, me esqueço de onde estou. Só quando olho em volta e vejo as malas ainda semiabertas e o mural de fotos que coloquei ao lado da cama, me lembro: estou longe.
Me espreguiço devagar, pego o celular e, como todos os dias desde que cheguei, a primeira coisa que faço é abrir as mensagens.
Eduardo: “Bom dia, amor. Enz