Mundo ficciónIniciar sesiónO celular quase escapa da minha mão de tão suada. Digito o nome dele sem pensar duas vezes. Chama. Uma vez. Duas.
Atende rápido demais.
— Isa?
Minha voz sai quebrada.
— Adrian… — engulo o choro, mas não adianta. — Você pode vir aqui? Agora. Por favor.
Não explico. Nem consigo.
— Onde você tá? — a voz dele já mudou. Não tem dúvida, não tem ironia. É seca. Atenta.
— Em casa. Na casa da minha mãe. A porta tá arrombada, ela não tá aqui, tá tudo revirado, eu… eu t







