Eu encontro os olhos dela.
— Eu não sei como você chegou a esse ponto… mas isso precisa parar.
Ela franze a testa.
— Parar o quê?
Eu sinto a raiva subir de novo.
— Isso.
Eu aponto ao redor da casa, como se tudo ali fosse prova do caos que ela criou.
— Essas dívidas. Essas pessoas te cobrando. Promessas que você não pode cumprir.
Minha mãe cruza os braços, defensiva.
— Eu só estava tentando resolver as coisas.
Eu balanço a cabeça.
— Não. Você estava empurrando o problema para frente.
Minha voz f