O silêncio no escritório se torna pesado.
Pesado o suficiente para eu ouvir o próprio sangue pulsando nos ouvidos.
Eu continuo olhando para a imagem da moto na tela.
Lucas.
O nome paira na minha cabeça como algo que eu ainda não quero aceitar.
Devagar, eu empurro a cadeira para trás e me levanto.
— Você tem certeza disso?
Noah não hesita.
— A câmera do prédio registrou a moto passando duas vezes.
Ele muda a tela novamente.
Um horário aparece.
Depois outro.
— Não é prova direta… mas é coincidênc