E talvez… me apaixonando também.
As semanas vão passando… e, quando eu percebo, já não está mais tão difícil ficar perto dele.
Nada muda de uma vez.
Não tem pedido de desculpa novo, nem conversa grande resolvendo tudo.
Só vai… acontecendo.
No café da manhã, ele começa a aparecer mais. Às vezes já está sentado quando eu chego com a Aurora, às vezes entra no meio da bagunça dela, pega café e fica ali.
— Dormiu bem?
Coisa simples.
Eu respondo no automático.
— Dormi.
E pronto.
Mas já não é mais pesado.
Aurora faz o resto sem nem p