Ei… eu tô aqui agora.
O caminho até a mansão passa meio borrado. Eu fico olhando pela janela, mas nem sei direito o que estou vendo. Só penso se isso vai dar certo… ou se eu estou voltando pra me machucar de novo.
Quando o portão abre, meu coração aperta.
A casa está ali, igual.
Mas não parece igual.
Eu desço do carro devagar, com a mala na mão, e caminho até a porta.
Nem dá tempo de bater.
— Isa!
Aurora aparece correndo.
Descalça, cabelo bagunçado, daquele jeito que só criança fica quando acabou de acordar e já sai