Eu acordo antes dele.
A luz da manhã entra devagar pelas cortinas, clara demais pra depois de uma noite como aquela.
Por um segundo, eu fico parada.
Só sentindo.
O calor.
O peso do braço dele ao redor da minha cintura.
A respiração tranquila, bem perto da minha nuca.
Eu viro o rosto devagar.
Adrian ainda está dormindo.
O rosto relaxado de um jeito que eu nunca vi antes.
Sem tensão.
Sem controle.
Só… ele.
Meu peito aperta.
De um jeito bom.
Eu passo a mão leve pelo braço dele, quase sem tocar, ma