Isadora Galarza
Eu não via a hora de ter meu filho em meus braços novamente e em segurança. Havia meses que eu não o via, meses que pareciam séculos de uma agonia que me corroía as entranhas.
Sentia falta do meu pequeno. Das suas mãozinhas gordinhas me abraçando, do riso banguela e daquele cheirinho de bebê que era o meu único calmante.
Uma mulher como eu nunca se ajoelha ou se acovarda. Antonella se aproveitou do meu momento mais vulnerável, do meu único ponto fraco.
Usou meu filho para at