Isadora Galarza
— Abel, seu idiota do caralho!
Contenho um berro ao entrar na suíte, com o rosto ardendo pelas lágrimas de ódio.
O que acabei de ver na praia queima como ácido nas minhas veias.
Aquele filho da puta tem a audácia de me acusar de ter algo com o Miguel.
Logo ele, que estava se esfregando naquela loira nojenta diante dos meus olhos.
— Ai, que ódio! Quero matar esses dois e vou tomar o sangue deles depois.
Sibilei as palavras, jogando meu celular contra o estofado da poltrona