O domingo amanheceu diferente. Naquele momento, eu estava encostada numa das colunas de cimento da varanda, segurando uma caneca de café. Vi quando a Mercedes preta surgiu, coberta por uma leve camada de poeira vermelha, avançando com segurança pelo caminho até parar diante do casarão.
A porta se abriu antes mesmo que o carro desligasse completamente. Catarina saltou do banco do motorista com uma energia quase infantil, os braços abertos, o sorriso largo. Gritou o nome da pessoa que estava mais