Cecilia finalmente adormeceu. Quando enfim me levantei, minhas pernas doíam.
O corredor estava silencioso. Caminhei até meu quarto e assim que me deitei, a exaustão caiu sobre mim como uma pedra. Não precisei nem puxar o lençol; apaguei de imediato.
Mas o descanso não durou porque eu sonhei. E no sonho Gino se aproximava da minha cama e tentava me agarrar. Eu acordei com um solavanco, como se tivesse realmente sido arrastada para fora da cama.
Meu coração doía de tão rápido que batia e a camis