Amanda caminhou até o vidro, seus olhos endurecidos pelos anos de guerra no morro se suavizando por um breve segundo ao ver o neto. Vitor ficou ao lado dela, a mão pesada pousada no ombro de Arthur, um gesto de apoio silencioso entre pai e filho.
— Então é verdade... — Vitor murmurou, a voz grave ecoando no corredor. — É um de nós.
Arthur apenas assentiu, sem desviar o olhar do pequeno guerreiro. Mas Amanda não tinha o mesmo silêncio. Ela se virou para onde Laura e Vitória estavam, saindo do q