Arianna acordou devagar, o corpo pesado, dolorido em lugares que ela nem sabia que podiam doer daquele jeito delicioso. A luz do amanhecer entrava pelas frestas das persianas altas do quarto de David, um tom dourado suave que pintava tudo em tons quentes, revelando o caos que eles tinham deixado: a toalha branca dele jogada no chão, a camisola fina dela embolada aos pés da cama, os lençóis amassados e úmidos de suor e prazer. O ar estava carregado — um cheiro forte, inconfundível, de sexo intenso, suor, perfume amadeirado dele misturado ao floral leve do corpo dela. Era como se o quarto inteiro tivesse sido marcado por eles.Ela piscou devagar, ainda sem acreditar no que tinha feito.Duas vezes na cozinha.A primeira, urgente, possessiva, com ele metendo forte no balcão de mármore frio, os gemidos abafados contra a mão dela, o orgasmo que a fez tremer tanto que achou que ia cair.A segunda, mais lenta, mais profunda, com ele virando ela de costas, segurando os seios, metendo até os do
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