Arianna caminhou pelo corredor escuro da cobertura, os pés descalços quase inaudíveis contra o piso frio de madeira escura. A camisola fina de algodão branco roçava nas coxas a cada passo, o tecido leve e fresco contra a pele ainda quente do sonho que a acordara mais cedo. O sonho de novo: David a beijando contra a parede, mãos grandes na cintura, boca descendo pelo pescoço, dedos entrando nela até ela gritar o nome dele. Acordara ofegante, o corpo latejando, a calcinha úmida, o coração dispara