Mundo de ficçãoIniciar sessãoO mercado do bairro era pequeno, mas barulhento. Carrinhos se esbarrando nos corredores apertados, o som abafado de embalagens sendo abertas, crianças chorando por doces e promoções sendo anunciadas por caixas de som chiadas. Para qualquer um, aquilo seria apenas mais um sábado qualquer. Mas para Lucas Valdez — ou, como ele se reconhecia agora, apenas uma sombra — aquele era o início do fim de sua contenção.
Ele passou os dedos trêmulos pela prateleira de pães, pegando um pacote qual






