As ilusões desvaneceram como névoa ao sol, mas o peso que deixaram para trás ainda pairava sobre os corações de Kael, Lírica e Malthus. O grupo permaneceu em silêncio por um longo momento, cada um digerindo o que havia visto e sentido.
Kael, com o peito arfando, encarou Nerya, que os observava com um olhar curioso e impassível. Seu coração ainda martelava contra as costelas ao lembrar da versão sombria de si mesmo. A criatura dentro dele – a sombra de Fenrir – não era um simples pesadelo. Era a