Lívia
A porta se abriu devagar. O cheiro doce dos filhotes chegou primeiro. Um sopro de vida no quarto onde tudo ainda doía.
Amiel entrou em silêncio, trazendo duas nos braços. Logo atrás, Antero carregava outro. Envoltos em um tecido branco que contrastava com seus olhos brilhantes e vivos.
Eles estavam ali.
Meus filhotes.
E eu... ainda quebrada.
Minhas mãos tremiam quando Amiel se aproximou. Quis fugir, virar o rosto, mas meus dedos se moveram antes da minha vontade. Eu os estendi