Angeline sentou no colo dele.
Dante prendeu o ar. Ela segurou o rosto dele entre as mãos, as pontas dos dedos tremendo, e o beijou.
Os lábios dela eram nervosos, doces, um pouco trêmulos e incrivelmente gentis. Dante abriu a boca, convidando-a, e sentiu quando a língua dela tocou a sua, trazendo com ela o sabor fresco do limão siciliano. Um choque quente subiu pelo corpo dele, tão intenso que ele a puxou mais, colando-a contra seu peito.
Dentro dele, algo queimava... pulsava como um vulcão pres