Angeline tirou a torta do forno e ao se afastar, chocou-se contra o peito de Dante. Ela ergueu o rosto, e seus olhos se encontraram. Por um instante, ela esqueceu de respirar.
Dante inclinou-se… o perfume dele, a respiração controlada, tudo tão perto que ela precisou fechar os olhos quando sentiu a proximidade aumentar.
— Deixe comigo… Ele murmurou próximo ao ouvido dela.
Ela estremeceu. Dante tentou pegar a forma de sua mão, mas ela ainda a segurava com força. Angeline abriu os olhos, encontrando o sorriso travesso dele. Irritada consigo mesma, recuou um passo, tentando disfarçar o impacto que ele sempre causava.
Enquanto isso na Mansão Conti...
Margaret chorava enquanto tentava arrumar a bagunça. As empregadas da cozinha, recém-chegadas do mercado para preparar o almoço, encontraram-na em uma crise de pânico, incapaz de se organizar.
— Você tem que me ajudar com isso! — Margaret implorou, apontando para a confusão ao redor.
— Desculpe, senhorita, mas precisamos preparar o almoço…