Dante seguiu pela estrada que levava à mansão, os dedos relaxados no volante, mas a atenção presa em Angeline, que segurava o cinto como se estivesse segurando os próprios pensamentos.
— No que está pensando? Ele perguntou, percebendo o silêncio dela.
Angeline suspirou, mexendo o cinto entre os dedos.
— Na cara da Margaret com aquela bagunça que você armou… Disse Angeline sorrindo e depois o sorriso sumiu um pouco. — E em como vou voltar para casa.
— Está preocupada com isso?
— Não é bem preoc