Sob pressão, Angeline sentia o peito apertar. Pegou outra taça de champagne e mais uma, tentando afogar a angústia que subia como fogo dentro dela, queimando e sufocando ao mesmo tempo.
Quando estendeu a mão para pegar a próxima taça, Marco a impediu, segurando delicadamente seus dedos.
— Querida, acho que você já bebeu o suficiente. Disse com um sorriso controlado, a voz macia para o grupo de investidores que os observava.
— Vai controlar até o que eu bebo agora? Retrucou, erguendo as sobranc