Sofi acordou com o barulho da água no chuveiro e com o perfume masculino do shampoo de Sergey espalhado pelo quarto.
Era estranho. Embora ele passasse muitas noites fora, aquele definitivamente era o quarto dele. Tudo estava ali, as roupas, o relógio sobre a mesa, os abotoaduras alinhadas, o cheiro dele impregnado no ambiente.
Quando Sergey saiu do banheiro, mais uma vez apenas enrolado na toalha, secando os cabelos com outra, ela se sentou na cama e ficou olhando para ele.
— É engraçado… Disse