Dante estacionou. Angeline permanecia em silêncio, o olhar perdido pela janela na casa, na verdade.
— O que está pensando? Ele perguntou ao abrir a porta. — Não precisa se preocupar com isso agora. Sua única preocupação sou eu.
Disse, puxando-a para os braços, ao abrir a porta do carro.
Angeline ergueu os olhos para ele. O admirava pela força, não apenas física, mas moral e psicológica. Pelo que ele contara, ainda que sem detalhes, devia ter sido muito difícil. Dante sempre falara do pai com de