Antes que pudesse responder, ele segurou os braços dela e a sacudiu com violência.
— Me solte! Disse ela entre os dentes, tentando se livrar. — Está vendo? É por isso que eu fugi! Completou o encarando, seus olhos brilhavam.
Marco parou por um segundo, respirando pesado.
— Quem te ajudou? Perguntou, o tom mais baixo, mas ainda ríspido. — Você voltou pra sorveteria? Foram eles que te ajudaram?
Angeline riu, incrédula.
— Você está louco. Peguei um táxi e fui pra casa da Agnes. Mentiu ela.