Angeline franziu a testa. Um frio percorreu-lhe a espinha.
— O que você está fazendo com o telefone da Agnes?
— Estou com seu pai. E com a Agnes. A voz de Marco soou do outro lado da linha.
— Marco? Por que você está com a Agnes?
Uma risada curta, áspera.
— Estou com seu pai e você se preocupa com a sua amiga? Ironizou. — Não é, Rubens? Parece que você não vale nada para a sua filha.
Rubens estava diante dele, amarrado a uma cadeira. A cabeça baixa, o rosto marcado pelo medo. No canto da sala,