230- Nunca saciado.
O restante das roupas espalhou-se pelo chão do quarto.
Entre sussurros, juras de amor e gemidos apaixonados, as mãos firmes de Dante deslizavam pela pele suave de Angeline.
Ela arqueava o corpo, ora pedindo mais do toque, ora reagindo involuntariamente às ondas de prazer que a percorriam.
Corpos colados.
Dois corações batendo juntos.
No mesmo ritmo.
Na mesma sintonia.
A intensidade crescia como a chama que haviam alimentado por tanto tempo, agora livre, sem medo, sem resistência.
No fim, uma fi