O vento parecia aumentar conforme os minutos passavam e o fim da tarde se aproximava.
Angeline ouviu passos atrás de si.
Virou-se, levemente assustada.
Era Rubens.
— O que está fazendo aqui? Perguntou, sem disfarçar o desgosto.
— Filha, não me afaste.
Ela franziu a sobrancelha. "Filha". Depois de tudo, ouvir aquela palavra soava quase irônico.
— Angeline, me ouça. Fiz o que fiz pensando no seu bem. Não seja ingrata.
Ela soltou um riso curto, incrédulo.
— Pensando no meu bem, senhor Conti? Ou ma