Dante saiu com a pasta sob o braço. Ao passar pela sala, Lian e Sofi o esperavam e ele já esperava por isso.
— Dante? Podemos conversar? Lian se aproximou.
— Hum. Dante assentiu, percebendo que os olhos de Lian recaíram sobre a pasta.
Os dois caminharam para outra sala. Sofi ficou onde estava, esperando que Lian descobrisse o que estava acontecendo.
Depois que Dante passou pela porta, Lian a fechou, lançando um olhar cúmplice para a irmã.
— Como está Angeline? — Lian perguntou, enquanto se sentava no sofá em frente a Dante.
— Bem. Dante se limitou a dizer.
— O que está acontecendo?
— Sobre o quê, necessariamente? Dante perguntou, a voz saindo baixa.
— Primeiro, você saiu daqui depois de ter discutido com meu pai. Depois, soube que, naquele mesmo dia, você sofreu um atentado…
Lian respirou e continuou. — Então ele fica fora por mais de um dia e reaparece ferido, dizendo que sofreu um acidente. Ontem te encontramos, e ele volta para casa como se tivesse participado de uma briga de