Dante deixou os lábios dela com uma fome quase insana. Beijava cada centímetro da pele delicadamente perfumada de seu pescoço. Suas mãos, apressadas, mas ainda gentis, embora quase febris, deslizaram pelas alças do sutiã enquanto a acariciava. Logo se livrou da delicada peça de renda.
A toalha dele já se perdera sobre a cama. A saia de Angeline estava levemente embolada nos quadris, as pernas à mostra. Dante ergueu uma delas e, de joelhos, beijou-a da virilha até o tornozelo. Retirou o sapato com cuidado, tomou a outra perna e repetiu o gesto, voltando a beijá-la lentamente.
A proximidade, o calor e a umidade de sua respiração tão perto de sua intimidade fizeram os músculos de Angeline se retesarem e a pele se arrepiar. Instintivamente, ela arqueou o corpo, pedindo em silêncio que ele retirasse as peças que ainda restavam e atrapalhavam o que desejava havia tanto tempo.
O corpo dela era um braseiro. Dante agia consciente, calculado, provocativo em cada toque. Sabia exatamente onde, co