108- " Não sabe quando parar. "

O segurança assentiu.

Angeline olhou para a entrada da clínica. O estômago pareceu encolher, tomado por ansiedade e apreensão. Abriu a porta devagar e desceu, segurando a alça da bolsa como se ela pudesse sustentá-la.

Caminhou apressada. Os passos falhavam, nervosos. As mãos suavam. A garganta estava seca demais para engolir.

A porta se abriu diante dela.

As luzes nas paredes brancas ofuscaram seus olhos. Piscou rápido, tentando se adaptar à claridade. O cheiro de desinfetante a atingiu de imed
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