Dante estava ao telefone quando a viu abrir a porta parcialmente, colocando apenas o rosto para dentro da sala.
— Posso entrar?
— Claro. Respondeu, encerrando a chamada e colocando o celular sobre a mesa.
— Você… quer um café? Angeline perguntou, quase como um pretexto.
Dante arqueou uma sobrancelha.
— Você não veio aqui para me oferecer café. Disse, observando-a com atenção. O vestido realçava suas curvas e iluminava o rosto, tornando difícil ignorá-la.
— Eu, na verdade… Ela se aproximou, traz