O telefone tocava sem parar enquanto Isabele caminhava de um lado para o outro no pequeno apartamento. O peso da conversa com Davi ainda estava em seu peito, e ela sabia que precisava desabafar. Precisava ouvir sua mãe, mesmo que isso não trouxesse a solução imediata para seus problemas.
— Alô? — A voz de Angélica soou cansada do outro lado da linha.
— Mãe... — A voz de Isabele falhou por um instante. Ela fechou os olhos, tentando conter as lágrimas.
— Eu não sei mais o que fazer com o Davi