O sol já iluminava o apartamento amplo em Goiânia, mas Isabele ainda não tinha conseguido tirar Davi da cama. O café da manhã estava sobre a mesa, intacto, e o relógio marcava a hora exata em que ele já deveria estar se preparando para sair. Mas, como nos últimos dias, a resistência dele era absoluta.
— Davi, levanta, filho. Você vai se atrasar para a escola.
Ele permaneceu deitado, de costas para ela, abraçando o travesseiro com força.
— Eu não quero ir.
A voz dele soava emburrada, mas por