POV JADE:
Pela primeira vez desde que Gustavo começou a frequentar o café da Dani, eu me permito, de fato, olhá-lo – não como mais um rosto entre tantos que atravessam as portas de vidro, não como o cliente insistente que retorna sempre no mesmo horário, com a mesma postura segura e um certo ar de quem está acostumado a ser atendido sem questionamentos, mas como homem, como presença, como alguém que, de alguma forma, atravessou uma linha invisível que eu mesma havia traçado entre mim e o resto